Comparativo entre Fundo Imobiliário vs Crowdfunding Imobiliário

crowdfunding

O Crowdfunding Imobiliário foi estabelecido nos Estados Unidos por volta de 1885, mas não chegou ao Brasil até julho de 2017. Esta nova forma de investir reúne uma série de investidores para financiar um determinado empreendimento imobiliário, devolver o dinheiro investido acrescido de juros no prazo acordado.

Os Fundos Imobiliários (FIIs), por sua vez, foram criados no Brasil pela Lei nº 8.668 em 1993 e reúnem diversos investidores de fundos que oferecem diversos empreendimentos imobiliários.

Você agora conhece as semelhanças e diferenças entre fundos imobiliários e financiamento imobiliário em grupo?

Como comprar?

Fundos imobiliários

Os fundos imobiliários são constituídos por investimentos que se dividem em parcelas denominadas cotas e são de propriedade dos investidores. A aquisição das autorizações deve ser feita por intermédio de distribuidor de valores mobiliários ou de instituição autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Crowdfunding Imobiliário

O financiamento coletivo de investimento é mais fácil. O investidor precisa apenas de uma conta na plataforma – por exemplo, Glebba Investimentos ou a URBE – e então reserva seu investimento em uma proposta específica.

Um contrato é assinado entre a empresa e o investidor, e finalmente o investidor realiza seu investimento por meio do TED ou de um documento bancário.

Quais são os riscos?

Fundos imobiliários

Existem vários tipos de fundos imobiliários e de acordo com a estratégia de cada um deles existem riscos indissociáveis ​​para apenas um ou dois tipos de fundos. É necessário um artigo inteiro sobre esse assunto para considerar todos os riscos de se investir em fundos imobiliários.

No entanto, pode-se pensar no risco que inclui todos os tipos de fundos imobiliários, má gestão. Um fundo mal administrado é extremamente prejudicial aos investidores, o que pode levar à sua inviabilidade e perda de valor de mercado.

Crowdfunding Imobiliário

O risco do Crowdfunding Imobiliário  está associado à possibilidade do projeto não cobrir a dívida. A causa desse problema é quase sempre a falta de estimativa de vendas. É responsabilidade da plataforma oferecer a esta empresa uma boa análise do empreendedor e da empresa para perceber se isso vai acontecer no final do período de previsão.

Empresas com problemas jurídicos, imaturidade nas análises de mercado ou sem capital próprio suficiente – caixa, recebíveis, ações em estoque – não são aceitas em caso de não pagamento.

E as despesas?

Fundos imobiliários

Primeiro, há o custo da operação em si, que o corretor cobra. Após a aquisição das cotas, o fundo cobrará uma taxa de administração, que pode variar de 0,25% a 2% ao ano. Além disso, muitos fundos recebem recompensas de desempenho se seus retornos forem maiores.

Por fim, há uma dedução do imposto de renda de 20% sobre o lucro líquido da venda de cotas. De referir que é ao investidor responsável pelo pagamento do imposto sobre o rendimento nos termos do artigo 1º da Lei nº 8 137/90.

Crowdfunding Imobiliário

Já o Crowdfunding Imobiliário oferece zero recompensas para o investidor. A taxa é cobrada pelo projeto sem afetar o retorno esperado do investidor. Ao final do período de retorno especificado, o investidor receberá o valor depositado em sua conta, acrescido do lucro após a dedução do imposto de renda. Basta registrá-lo com o IRS.

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